EDITORIAL /

Quinta-feira, 21 de Julho de 2011, 11h:57

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Se tudo correr bem, na teoria e na prática, a MT 130 será ótima

COM O PROCESSO DE CONCESSÃO TRANSCORRENDO COMO ESTÁ, EM POUCOS MESES AS CONDIÇÕES SERÃO MELHORES, COM CERTEZA


Aos poucos literalmente caminha o processo de concessão da rodovia MT 130 no trecho de 120 quilômetros entre Primavera do Leste e Rondonópolis. Mais uma etapa foi finalizada pela concessionária e daqui a algum tempo, espera-se, teremos uma estrada renovada e muito melhor do que a conhecemos hoje.

 É certo que isso deveria ser trabalho do governo estadual, que a exemplo do governo federal deixa muitas rodovias “de lado”, sob a desculpa da impossibilidade de manutenção como deveria realmente ser feita.

Quando se diz governo no entanto é preciso avaliar racionalmente que podem ser os Ministros, Secretários Estaduais, assessores de governo, a exemplo da “faxina” que acontecendo no DNIT, que até então estava acima de qualquer suspeita e aos poucos vemos mais de uma dezena de pessoas que já deixou o cargo.

Luiz Antônio Pagot, em que pese ter saído deste estado para o Departamento, até agora só não saiu porque está em férias, mas deve estar ciente que não irá ficar. A população mato-grossense é claro fica apreensiva, tendo em vista as obras que transcorriam normalmente, porém até prova em contrário com desvios e contratos muito suspeitos.

É com relação a isso portanto, que muitas vezes o e estado não tem realmente verbas para custear, neste caso boas estradas: sob a óptica do superfaturamento e dos desvios de verbas públicas. Porque os impostos que na teoria estão sendo pagos para contribuir com a manutenção destas mesmas rodovias estão sendo pagos por nós, a exemplo da CIDE: Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico.

 Sabendo disso a MT 130 portanto, entrou neste processo de concessão no qual deverão ser investidos em princípio entre R$ 100 e R$ 120 milhões ao longo do período de 25 anos. Inicialmente com a cobrança no valor de R$ 3,98 apregoam-se os benefícios em face dos diversos problemas que via apresenta.

 Espera-se no entanto que este mesmo processo que agora se apresenta como a salvação da lavoura ou da Pátria, como queiram, não venha a se tornar uma complicação devido ao não cumprimento de exigências, brigas judiciais, aumentos posteriores exorbitantes, a exemplo do que se pode observar em muitos estados aonde rodovias federais e estaduais passaram pela concessão ou privatização.

Em princípio é o que realmente a grande maioria dos motoristas, em que pese o ônus já citado, quer: uma estrada de qualidade, evitando ou reduzindo quebras, acidentes, entre outros problemas. É preciso acreditar que dentro do processo de desenvolvimento pelo qual a própria região atravessa, com grupos distintos que resolvem também investir na pavimentação e conservação desta rodovia, teremos em breve condições muito boas de tráfego e logística.

 O caminho do desenvolvimento eficazmente passa por boas estradas, aonde até mesmo as perdas de grãos são reduzidas e todos sabem que terão mais segurança para si e seus familiares. Se tudo realmente transcorrer na prática como é na teoria e nas exigências legais, praticamente ninguém terá sobre o que reclamar e, ao contrário, pelos próximos anos teremos com certeza a nossa “Rodovia do Desenvolvimento”, de direito e de fato.

 

 

 

 

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