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Segunda-feira, 01 de Julho de 2019, 07h:00

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Heróis contemporâneos

A única preocupação é colaborar pelas causas que nem sempre são suas causas


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Ernesto de Sousa Ferraz Neto

Nossos heróis são as pessoas comuns do cotidiano, em geral, os pais, amigos mais próximos ou alguma pessoa conhecida ou desconhecida que faça algo fantástico em prol de outros.

Os verdadeiros heróis não aparecem na mídia, eles praticamente vivem no anonimato, não fazem questão de “status” e nem visam recompensas. A única preocupação é colaborar pelas causas que nem sempre são suas causas.

Os heróis desta geração estão nas ruas praticando o bem, muitas vezes assumem funções que deveriam ser realizadas pelo poder público, são pessoas extremamente bondosas. Elas estão representadas pelos professores, bombeiros, agentes da saúde, enfim, por diversos servidores públicos que fazem múltiplos esforços para exercer suas tarefas com dignidade.

Essas pessoas são consideradas altruístas, possuem um coração cheio de generosidade, e estão sempre dispostas em ajudar o próximo e, muitas vezes, elas têm o intuito de servir de forma desinteressada.

O heroísmo praticado pela generosidade desses ‘guardiães’ é um ato de bravura e disponibilidade em razão da prestação de serviços realizados. Eles travam e vencem guerras sem armas, usando apenas o coração, o diálogo e a boa vontade como ferramentas de trabalho.

É um ato de doação e de ajuda ininterrupta por meio de colaboração espontânea. 

Alguns heróis se perderam no tempo e caíram no esquecimento da nossa inesquecível infância quando os eles eram realmente aqueles de lutavam pela justiça. Eles eram abusados e imbatíveis. Hoje só resta apenas uma vaga lembrança daqueles heróis

Mas os nossos heróis mesmos, são as pessoas comuns que prestam incríveis serviços junto à comunidade local, são os voluntariados, que muitas vezes permanecem anônimos, e nada recebem nessas ações. Eles sempre têm uma palavra de consolo e esperança com um sorriso aberto no rosto e um abraço acolhedor, é isto é um afago na alma.

Sabe-se a vida não está nada fácil nos dias atuais para ajudar e pensar no outro. O egoísmo e individualidade superaram expectativas. E pensar no outro é raridade.

Para isso é preciso ter alma nobre, é preciso acreditar que dias melhores virão.

Fazer o bem para essas pessoas só demanda tempo. É um grande gesto, que somente o amor e o desprendimento podem explicar tamanhos atos. 

 

Ernesto de Sousa Ferraz Neto

formado em Direito e Letras

Professor na Rede Pública do Estado de MT                    

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