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Segunda-feira, 09 de Setembro de 2019, 19h:30

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A retomada das obras do Rodoanel foi discutida em audiência pública

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT A Assembleia Legislativa, em parceria com o Senado Federal e Câmara Municipal de Cuiabá, realizou audiência...


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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT A Assembleia Legislativa, em parceria com o Senado Federal e Câmara Municipal de Cuiabá, realizou audiência pública para discutir a retomada das obras de duplicação do contorno norte de Cuiabá e Várzea Grande, mais conhecido como Rodoanel. Na conta do governo do estado tem R$ 130 milhões para retomada das obras. De acordo com o superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Orlando Fanaia, as obras foram paralisadas porque o convênio que o Dnit tinha firmado com a Prefeitura de Cuiabá foi extinto. Mas antes disso, foram executados 11 quilômetros, ligando o distrito do Sucuri até a estrada que dá acesso a Chapada dos Guimarães.    “Antes de serem paralisadas não tinha sido feito nem os acessos, mas o DNIT acabou fazendo no Sucuri até a Rodovia Emanuel Pinheiro. Hoje, ela está em operação. O departamento tem um convênio com a Secretaria de Infraestrutura e Logística do Estado, o anteprojeto já foi aprovado e estamos na tratativa da licitação com a secretaria de governo”, disse Fanaia. Desde 2014, de acordo com Fanaia, o DNIT já depositou cerca de R$ 130 milhões na conta do governo de Mato Grosso. “As obras, no retorno, serão desenvolvidas em etapas. A primeira seria na BR-163, próxima a ponte do Rio Pari, no sentido até a pista duplicada de Chapada dos Guimarães. Com a retomada gradativa, os recursos serão gastos”, explicou Fanaia. O superintende afirmou que o Governo Federal pretende fechar a licitação com o Estado através de um Regime Diferenciado de Contratação (RDC) e contratação integrada. Segundo ele, isso já está sendo discutido entre o Dnit e a Sinfra. “As obras, no total, estão estimadas em torno de R$ 550 milhões. Isso sem contar a parte ambiental que envolve mais recursos. O valor pode chegar a casa dos R$ 700 milhões”, disse Fanaia. Questionado se a obra que está sendo executada tem a contrapartida o Estado, Fanaia afirmou que não. “Mas o Dnit está conversando com o secretário da Sinfra, Marcelo Padeiro. Depois disso vamos saber se o estado terá condições de dar a contrapartida. Mas, o mais importante é que o Estado já tem na conta R$ 130 milhões para tocar o restante da obra. O Denit espera que as obras sejam retomadas em 2020”, explicou Fanaia. O chefe do escritório do senador Wellington Fagundes (PL) em Mato Grosso, José Márcio Guedes, afirmou que o Rodoanel está com as obras paralisadas há mais de cinco anos, e que o governo do Estado já tem na conta para executar a obra um valor de R$ 130 milhões. Segundo ele, o debate tem o objetivo de chamar a atenção e sensibilizar as autoridades do Estado e da União para a conclusão das obras. “O dinheiro está na conta, mas as obras estão paralisadas. São 11 quilômetros que estão prontos, que faz a ligação do Sucuri até a estrada da Chapada dos Guimarães. O que falta é adequação projeto e a licitação por parte do governo do Estado de Mato Grosso. Hoje, a obra está orçada em mais de R$ 500 milhões. O que o senador Fagundes quer é que se gaste o valor que está garantido de R$ 130 milhões e depois vai atrás do restante do dinheiro para as obras”, afirmou Guedes. De acordo com o presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Misael Galvão (PSB), o Rodoanel é uma obra que vai integrar toda a baixada cuiabana. Segundo ele, o projeto tem outras melhorias que vai impactar de forma favorável no dia a dia de quem precisa trafegar na região. “A Câmara de Cuiabá está junto nessa luta para ver o Rodoanel se tornar realidade. Acredito que com a união de forças da classe política, a conclusão das obras seja feita o mais rápido. Além de a obra integrar as cidades de Cuiabá e Várzea Grande vai desafogar o trânsito de veículos pesados no centro das duas cidades”, explicou Misael Galvão.   O superintendente regional da Polícia Rodoviária Federal em Mato Grosso, Francisco Élcio, afirmou que o Rodoanel será fundamental para desafogar o tráfego de veículos pesados no perímetro urbano de Cuiabá e Várzea Grande. Segundo ele, a estimativa de veículos em trânsito nas duas cidades é de 70% de carga pesada. “O impacto será muito grande, e pelo menos 100% de veículos que utilizam a região metropolitana de passagem vão utilizar o Rodoanel. Hoje, a mistura de veículos leves da região metropolitana com os de veículos de carga tem impactado em acidentes, porque as rodovias não estão preparadas para receber essa quantidades de veículos”, explicou o superintende da PRF. O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), disse que o Rodoanel é fundamental para melhorar trânsito na região do aglomerado urbano e, com isso, facilitar o fluxo de veículos que fazem o transporte da produção do Estado. “Sem esse Rodoanel, o transporte na região fica muito lento e acaba atrasando a entrada e a saída da produção agrícola que precisa ser exportada. Por isso o Rodoanel vem para resolver esse gargalo que prejudica tanto o comércio e como os produtores mato-grossenses”, disse Botelho.  O vereador da Câmara Municipal de Várzea Grande, Carlos Garcia (PSB), afirmou que a grande preocupação são as obras do Rodoanel da Região Sul. “O contorno Norte já é uma realidade. Mas o contorno Sul está adormecido. Se não o fizer, vamos matar a economia de Várzea Grande. Ai, Várzea Grande vai virar de fato em uma cidade dormitório”, alertou Garcia.

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