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Quarta-feira, 04 de Dezembro de 2019, 12h:30

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Delegadas da Mulher são homenageadas em ação dos 16 Dias de Ativismo

Assessoria/PJC-MT Como parte das ações dos 16 Dias de Ativismo pelo fim da Violência Contra a Mulher, duas profissionais da Polícia Judiciária Civil...


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Assessoria/PJC-MT

Como parte das ações dos 16 Dias de Ativismo pelo fim da Violência Contra a Mulher, duas profissionais da Polícia Judiciária Civil foram homenageadas nesta segunda-feira (02.12) pela Casa de Amparo para vítimas de violência da Capital. Miedir Santana, primeira delegada da mulher em Mato Grosso e Jozirlethe Criveletto, titular da Delegacia da Mulher de Cuiabá receberam a homenagem pelo trabalho exercido na unidade policial, a primeira especializada de Defesa da Mulher criada no estado, em 1985.

As homenagens, além do recebimento de placas simbólicas, se estenderam também a uma galeria na entrada do local, que onde as profissionais dividem o espaço com personalidades públicas, como juízes, defensoras, promotoras e advogadas que apoiam o trabalho da Casa de Amparo.


“A Polícia Judiciária Civil, por meio da Delegacia da Mulher, tem cumprido importante papel na rede de proteção às mulheres que correm diversos riscos ao retornar a seus lares, especialmente após denúncia feita na Delegacia. O encaminhamento à Casa de Amparo é a solução apresentada a essas vítimas no momento em que ela decide quebrar o ciclo de violência”, reforça a delegada Jozirlethe.

É no contexto de Rede de Proteção a essas vítimas, que não se pode descuidar da necessidade das casas-abrigo, não somente nas capitais, mas em todos os municipais dos Estados. A cada mulher que o Estado acolhe, oferecendo meios de denunciar, de concretizar as medidas protetivas, o amparo e proteção de sua integridade física, significa dizer que estamos diminuindo números nas futuras estatísticas de violências mais graves”, conclui a delegada.

A Casa Amparo de Cuiabá trabalha em parceria com o Poder Judiciário, Defensoria Pública, Promotorias e Delegacia Especializada de Defesa da Mulher e acolhe vítimas e filhos que tenham sofrido ameaça de morte e impossibilitadas de retornar para suas casas. O local oferta apoio psicossocial e jurídico.

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