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Domingo, 01 de Dezembro de 2019, 01h:30

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Estado Islâmico reivindica responsabilidade por atentado em Londres

Neste sábado (30), o Estado Islâmico reivindicou autoria sobre o atentado que ocorreu na sexta-feira (29), nas imediações da London...


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Neste sábado (30), o Estado Islâmico reivindicou autoria sobre o atentado que ocorreu na sexta-feira (29), nas imediações da London Bridge, em Londres, Inglaterra. Segundo autoridades locais, um homem identificado como Usman Khan, usou uma faca para matar duas e ferir outras três pessoas , além de carregar um dispositivo explosivo falso. Ele foi morto pela polícia londrina. 

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Dave 3764 / Twitter
A ponte de Londres foi fechada após o ataque reivindicado pelo Estado Islâmico neste sábado (30)

Em comunicado à agência Amaq , ligada ao Estado Islâmico  , o grupo afirmou que Khan era um de seus "soldados". "A pessoa que realizou o ataque em Londres ... era um combatente do Estado Islâmico e o fez em resposta a chamadas para alvejar cidadãos de países da coalizão", referindo-se sobre a coalizão de países estrangeiros intervindo contra o EI na Síria e no Iraque. 

De acordo com a polícia, Khan foi condenado em 2012 por ameaças terroristas e liberado em dezembro de 2018 de forma condicional, mas ainda frequentava um programa de educação para prisioneiros e precisava cumprir algumas condições sob pena de voltar para a cadeia. 

Leia também: Ataque na Holanda: 3 pessoas são esfaqueadas em rua comercial

Ataques terroristas em Londres

Em 2017, otros três ataques terroristas reivindicados pelo EI aconteceram em Londres  . No mês de março, um homem jogou seu veículo contra a multidão na ponte de Westminster antes de esfaquear um policial em frente ao Parlamento, matando um total de cinco pessoas.

Dois meses depois, em maio, 22 pessoas - incluindo crianças - foram mortas em um ataque no final de um show da Ariana Grande em Manchester  . Em junho, uma caminhonete atingiu a multidão na London Bridge, antes de seus três ocupantes esfaquearem os transeuntes no Borough Market. O balanço foi de oito mortos e cinquenta feridos. Na época, o nível de alerta para ataques terroristas na capital da Inglaterra foi considerado "crítico". 

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