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Quarta-feira, 13 de Novembro de 2019, 18h:30

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Brasil emplaca duas dobradinhas no pódio do Mundial de Dubai

A primeira dobradinha brasileira hoje (13) no Mundial de Atletismo Paralímpico, em Dubai (Emirados Árabes), foi protagonizada pelo veterano Lucas...


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A primeira dobradinha brasileira hoje (13) no Mundial de Atletismo Paralímpico, em Dubai (Emirados Árabes), foi protagonizada pelo veterano Lucas Prado, nos 100m T11 (deficiências visuais) com direito a quebra de recorde na competição: ele completou o percurso em 10s95. O carioca Felipe Gomes foi bronze ao cruzar a  linha de chegada em 11s04, apenas um centésimo a mais que o francês Timothée Adolphe (11s03), que ficou com a prata.

Também teve dupla verde e amarela no pódio dos 200m T11 para mulheres. A potiguar Thalita Vitoria Simplício da Silva deixou escapar o segundo ouro dela no Mundial. A atleta conquistou a prata ao completar o trajeto com três centésimos a mais que a chinesa Cuiqing Liu (24s89), que levou o ouro.  A paranaense Lorena Salvatini Spoladore (25s62) chegou em terceiro lugar e faturou o bronze, o segundo dela na competição. A disputa contou ainda com a participação da brasileira Jerusa Geber, quarta colocada.

No final desta manhã, a baiana Táscitha Cruz garantiu o bronze na prova dos 100m T36 (sequelas em decorrência de paralisia cerebral) ao cruzar a linha de chegada na terceira posição, com o tempo de 14s38. A vencedora foi a chinesa Yiting Shi (13s62) e a prata ficou com a argentina Yanina Andrea Martinez (14s02).

As próximas disputas com brasileiros acontecem a partir das 13h15 (horario de Brasilia): Victor de Jesus e Christian da Costa fazem a final dos 200m T37; Fernanda Yara disputa a final dos 200m T47 (deficiências membros superiores); Vinícius Rodrigues disputa a prova dos 100m T63 (amputados de membros inferiores com prótese). 

Com as seis medalhas conquistadas até o momento, o Brasil permanece na vice-liderança na classificação geral, com um total de 31 (11 ouros, sete pratas, 13 bronzes). A China lidera com 46 medalhas e a Ucrânia ocupa a terceira posição com 19. 

Edição: Guilheme Neto

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