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Segunda-feira, 05 de Agosto de 2019, 13h:53

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Impasse continua entre professores e governo; pais de alunos começam a se preocupar com o restante do ano letivo

Uma assembleia-geral foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT) para esta segunda-feira (5), às 14h.


Imagem de Capa
Paulo Pietro

Cerca de 1600 alunos de Campo Verde ainda permanecem sem aulas devido à greve dos professores que está completando 65 dias.

 

O impasse quanto ao desejado pelos profissionais e o que está sendo ofertado pelo governo ainda é muito distante. Recentemente um áudio vazado supostamente da presidente do Sintep-MT, Maria Aparecida Lopes Moreira, dava conta de que os professores não vão recuar da greve, mesmo com decisão judicial desfavorável a eles. O sindicato entende que essa pressão que vem fazendo o poder executivo, juntamente com o judiciário é descabida e também já era esperada. 

 

No áudio a sindicalista aponta que os erros estão sendo cometidos pelo próprio governo que não está cumprindo uma Lei do RGA já sancionada em 2013. Mesmo diante do corte de salários que é eminentemente e está sendo colocado pelo governo estadual como alternativa, os professores se mantém firmes e disseram que enquanto não houver uma negociação a contento não recuaria. 

 

O Governador Mauro Mendes na última vez que esteve na cidade, disse a imprensa local que “mesmo que eu quisesse não tem como eu dar nenhum aumento de salário, pois atualmente o estado já está no seu limite de gastos com funcionalismo publico, caso eu atenda a essa demanda estaria infringindo a Lei de Responsabilidade Fiscal e isso eu não vou fazer, então os professores terão que recuar.”

 

Por outro lado a presidente da subsede do Sintep-MT em Campo Verde Dalvina Bello Kirch, comentou que que o que o governador vem propagando não é verdade, pois ele contabiliza em suas justificativas os valores pagos de impostos dos salários dos funcionários e esses valores não entram na conta, tendo então um espaço para aumento regulamentado por Lei. 

 

Enquanto o imbróglio não tem fim, os alunos perdem dias precisos de aula, a preocupação levantada por alguns pais de Campo Verde é de que os filhos possam até mesmo perder o ano letivo devido ao impasse. Mas apesar de existir o boato essa informação foi rechaçada pelo vice-presidente da subsede do sintep de Campo Verde, Ronaldo Mota disse que isso está fora de questionamento até o momento, “mesmo que percam mais dias eles vão recuperar os conteúdos básicos para fechar o ano como previsto, mesmo que tenham que sacrificar os sábados e o mês de janeiro de 2020 para recuperar o conteúdo. Essa greve não foi o sindicato que fez, mas os próprios trabalhadores da categoria e depende somente do Governo cumprir a Lei para que possamos retornar ao trabalho.”

 

Segundo Ronaldo, vários deputados também manifestaram apoio a categoria, e inclusive propuseram para o governo um dialogo para parcelar o aumento que é 7,96%, mas não obtiveram resposta positiva. 

 

Segundo as informações obtidas a Escola Estadual Alice Barbosa Pacheco, da Agrovila João Ponce de Arruda, também aderiu à paralisação, além dela a escola Ledy Anita Brscanscim, e também o professor Ronaldo Mota na escola Waldemon.    

 

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