PERÍODO PROIBITIVO /

Quinta-feira, 10 de Agosto de 2017, 17h:47

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Corpo de Bombeiros consegue controlar incêndio em lavoura após quatro horas

Além dos militares, o proprietário da área fez o uso de aeronave para jogar água e grades para controlar o fogo


Imagem de Capa
Pérsio Souza

Com a baixa umidade do ar, clima seca e mesmo no período proibitivo de queimadas, as pessoas não respeitam e continuam a atear fogo em folhas, galhos e outros resíduos. O Corpo de Bombeiros foi acionado na manhã desta quinta-feira (10), por volta de 11h40 para atender um incêndio em vegetação que se estendeu por uma lavoura, no bairro Buritis, e só foi controlado quase quatro horas depois, por volta das 15h30. Além dos militares, o proprietário do local utilizou uma aeronave e grades para apagar o fogo.

De acordo com informações da Corporação, o incêndio começou na Avenida Pupunha e que o Corpo de Bombeiros já havia sido acionado em média de quatro vezes nos últimos dias por conta de tentativas de queimadas no período da noite.

Por conta do horário, forte calor e baixa umidade do ar, o incêndio se espalhou rapidamente, e mesmo com a chegada imediata dos militares, atingiu a lavoura situada naquela área.

Como o caminhão do Corpo de Bombeiros não possui capacidade suficiente para controlar incêndios em lavouras, o proprietário da área fez o uso de aeronave para jogar água e grades para cessar o fogo.

 

PERÍODO PROIBITIVO DE QUEIMADAS

No dia 15 de julho foi iniciado o período proibitivo de queimadas na zona rural, que se estende até 15 de setembro, podendo ser prorrogado por mais um mês. O motivo são as condições climáticas, pois no mês de julho começam a aumentar os focos de calor. A tendência é que se agravem em agosto e setembro por causa da estiagem, colocando em risco a saúde e a segurança da população.

 

CRIME

 

As queimadas urbanas e florestais são caracterizadas como crime. Queimar qualquer coisa, gerando poluição que cause danos à saúde, é previsto no artigo 54 da Lei Federal 9605/1998, conhecida como Lei do Meio Ambiente. A pena varia de seis meses a quatro anos de reclusão, além de multa. A cultura de queimar folhas, galhos e rejeitos naturais, é proibido, mesmo que seja em área particular, pois a fumaça é danosa e, às vezes, até fatal, pois contém partículas, gases e substâncias que provocam irritação dos olhos, da pele, das vias aéreas e até câncer. Crianças, idosos e pessoas portadoras de doenças respiratórias são os mais prejudicados.

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