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Segunda-feira, 15 de Maio de 2017, 16h:45

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Através de denúncia, celulares e entorpecentes são encontrados na Cadeia Pública

Carregadores, barras de ferro e vidros de remédio que são utilizados como cachimbo também foram encontrados


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Pérsio Souza

Através de uma denúncia, o Grupo de Intervenção Rápida (GIR) da Cadeia Pública de Primavera do Leste, foram localizados celulares, drogas, barras de ferro, carregadores e cachimbos feitos de vidros de remédios, dentro das celas. A ocorrência aconteceu na tarde desta segunda-feira (15).

De acordo com o diretor da Unidade, Valdeir Santos, a equipe recebeu a denúncia na manhã desta segunda (15) e foram informados que durante o final de semana, havia adentrado na Cadeia alguns celulares e uma quantidade de entorpecentes. “Diante disto, solicitamos o Grupo de Intervenção Rápida (GIR) e conseguimos lograr êxitos nas revistas. Conseguimos retirar quatro aparelhos, uma certa quantidade aparentando ser maconha e outros objetos para confecção de ‘choca’, que é pinga ou álcool feita pelos próprios detentos na Unidade”, explica.

Para descobrir quem pode ter entrado com os objetos e entorpecentes para dentro da Cadeia Pública, a equipe já está em investigação juntamente com a Polícia Judiciária Civil (PJC). “A delegada Anamaria Machado sempre está nos dando suporte e já está investigando. Com certeza iremos conseguir chegar nas pessoas responsáveis que trouxeram estes materiais para dentro da Unidade. Tendo em vista que nosso trabalho incansável, mesmo na quantidade mínima que temos de agentes, fazemos um trabalho para que não permaneçam”, ressalta.

Se a pessoa que entrou com os materiais proibidos dentro da Unidade for descoberta, é aberto um procedimento administrativo auxiliar, posteriormente encaminhado à PJC que tomará conta das investigações e será indiciada. “A pessoa perde a autorização de realizar visitas, além de responder pelo ato”, diz o diretor.

 

O recuperando que estava com o aparelho e os entorpecentes também responderá pelo crime. Valdeir ainda pontua que são feitos buracos nas paredes para guardar os celulares e em algumas celas, ficam até 14 detentos, o que dificulta um pouco a localização dos objetos. 

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