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Quarta-feira, 11 de Julho de 2018, 23h:57

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45 casos de assédio sexual na Copa do Mundo foram oficialmente registrados

Barbara Gerneza Repórter russa do iG, Barbara Gerneza foi uma das vítimas de assédio sexual na Copa 2018 O maior evento futebolístico do mundo...


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Repórter russa do iG, Barbara Gerneza foi uma das vítimas de assédio sexual na Copa 2018
Barbara Gerneza
Repórter russa do iG, Barbara Gerneza foi uma das vítimas de assédio sexual na Copa 2018

O maior evento futebolístico do mundo teve também seus momentos de improváveis e infelizes incidentes. A competição que teve início no dia 14 de junho e está na fase de semifinais, teve 45 casos de assédio sexual na Copa de 2018 oficialmente registrados. Os dados foram divulgados pelo jornal Estadão   e apresentados pela entidade Fare, aliada da Fifa no controle de questões de discrimanações.

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No entanto, a própria entidade já afirmou que os casos de assédio sexual na Copa do Mundo da Rússia podem ser até dez vezes maiores dos já apresentados. Dezenas de casos não são registrados e muitas vezes, as vítimas não apresentam queixas.

O diretor da Fare, Piara Power, ainda informou que destes casos, 15 deles envolvem jornalistas que foram vítimas de assédio enquanto estavam nas ruas e estádios da Rússia trabalhando. "Esses são os números oficiais. Talvez, o número real seja dez vezes maior", disse.

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Federico Addiechi, diretor de Diversidade da Fifa , contou que os torcedores que praticaram atos sexistas foram impedidos de entrar nos estádios. Embora os fatos tenham, sim, acontecido, eles são pequenos diante os 1,5 milhão de torcedores. "Os números foram muito baixos", afirmou.

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Assédio com jornalista homem

Mais um caso de assédio na Copa, dessa vez com um repórter sul-coreano
Reprodução
Mais um caso de assédio na Copa, dessa vez com um repórter sul-coreano

Engana-se quem pensou que os casos de assédio sexual na Copa do Mundo só acontecem quando as vítimas são mulheres. Enquanto trabalhava, um repórter sul-coreano foi beijado ao vivo por duas mulheres.  O episódio ocorreu no dia 28 de junho, quando Jeon Gwang-ryeol, jornalista da emissora sul-coreana MBN , foi beijado duas vezes no rosto por fãs russas enquanto estava ao vivo. No momento da abordagem, o repórter tentou rir, mas pareceu envergonhado após o incidente, que aconteceu dias depois de torcedores do sexo masculino terem sido criticados por beijar repórteres mulheres ao vivo. 

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