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Quinta-feira, 13 de Setembro de 2018, 13h:13

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Vendas do comércio caem pelo terceiro mês seguido e já acumula perdas de 2,3%

Agência Brasil Vendas do comércio acumulam baixas pelo terceiro mês consecutivo. Setor ainda não se recuperou da queda derivada da greve dos caminhoneiros...


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Vendas do comércio acumulam baixas pelo terceiro mês consecutivo. Setor ainda não se recuperou da queda derivada da greve dos caminhoneiros
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Vendas do comércio acumulam baixas pelo terceiro mês consecutivo. Setor ainda não se recuperou da queda derivada da greve dos caminhoneiros

As vendas do comércio varejista recuaram 0,5% na passagem de junho para julho deste ano. Segundo dados da Pesquisa Mensal de Comércio, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta quinta-feira (13). Dessa forma, o setgor registra a terceira queda mensal consecutiva no indicador, que acumula perda de 2,3% no período.

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O volume de vendas do comércio também recuou 0,8% na média móvel trimestral que, agora, abarca os meses de maio, junho e julho em comparação com os meses de abril, maio e junho. Mas o pior índice é registrado quando compara-se julho de 2018 com o mês de julho de 2017. Nesse recorte, as perdas foram de 1% de um ano para o outro. Houve, no entanto, altas nos acumulados do ano (2,3%) e de 12 meses (3,2%).

A queda de 0,5% na comparação com junho deste ano pode ser explicada por conta da queda em cinco das oito atividades varejistas pesquisadas. As maiores foram registradas no setor de móveis e eletrodomésticos (-4,8%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-2,5%) e tecidos, vestuário e calçados (-1%).

Também recuaram os segmentos de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-2,7%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-0,9%).

Por outro lado, as três atividades varejistas que tiveram alta foram a de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,7%), de combustíveis e lubrificantes (0,4%) e de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,1%).

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Enquanto isso, no varejo ampliado , segmento que inclui a venda de materiais de construção e de veículos e peças, a queda de junho para julho chegou a 0,4%, resultado influenciado pelo desempenho negativo das vendas de veículos, motos e peças (-0,8%) e material de construção (-2,7%).

Nos outros tipos de comparação, no entanto, o varejo ampliado registrou alta: 3% na comparação com julho do ano passado, 5,4% no acumulado do ano e 6,5% no acumulado de 12 meses.

A receita nominal do varejo avançou 0,2% na comparação com junho deste ano, 0,2% na média móvel trimestral, 2,9% na comparação com julho de 2017, 3,9% no acumulado do ano e 3,5% no acumulado de 12 meses.

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Já a receita nominal das vendas do comércio de varejo ampliado recuou 0,6% na comparação com junho deste ano e 0,3% na média móvel trimestral, mas cresceu 5,9% na comparação com julho de 2017, 6,5% no acumulado do ano e 6,3% no acumulado de 12 meses.

*Com informações de Agência Brasil

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