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Quinta-feira, 12 de Outubro de 2017, 12h:10

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Decisão sobre PIS/Cofins deve sair na próxima semana, afirma Meirelles

Segundo ministro da Fazenda, governo estuda opção para recompor perdas de arrecadação após a retirada do ICMS da base de cálculo do PIS/Cofins


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Brasil Econômico

Henrique Meirelles afirmou que não há intenção de elevar a carga tributária
José Cruz/Agência Brasil
Henrique Meirelles afirmou que não há intenção de elevar a carga tributária

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse na última quarta-feira (11) que está sendo estudada uma alternativa para recompor as perdas de arrecadação depois da decisão do Supremo Tribunal Federal que retira o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) da base de cálculo do PIS/Cofins . Ele informou que a decisão deve sair no início da semana que vem.

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“Isso diminui a tributação sobre cada produto, e a Receita [Federal] está efetuando estudos visando avaliar se há necessidade de alguma medida para aumentar a tributação para atingirmos um ponto de neutralidade”, afirmou  Meirelles .

De acordo com o ministro, não existe a intenção de aumentar a carga tributária. “Não há nenhum aumento de carga. Estaria havendo uma recomposição de base, visando a termos uma neutralidade tributária em relação a essa decisão”, afirmou o ministro. 

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Previdência

Meirelles também comentou sobre a reforma da Previdência, ressaltando que o projeto atualmente em discussão equivale a 75% da proposta original. “Nós fizemos uma proposta que podemos tomar como base para comparação com o relatório que foi aprovado na comissão especial e que hoje está em discussão e em votação na Câmara [dos Deputados]. Esse projeto que está hoje em discussão equivale a 75% do projeto original, e nós achamos que este é um patamar que ainda está de acordo com as nossas previsões”.

Ainda segundo o ministro, uma queda desse patamar ainda poderia estar de acordo com o previsto. “É normal que haja um processo de discussão e modificações no projeto”, afirmou. Questionado sobre o patamar mínimo que ainda seria aceitável para o Ministério da Fazenda, respondeu que não existe um patamar rígido. “Estamos fazendo cálculos exatamente em função de cada mudança”.

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Dois itens são “certamente inegociáveis”, afirmou Meirelles: a idade mínima para aposentadoria e o “fato de que deve existir uma [regra de] transição”. Ele disse que a expectativa é de aprovação da reforma  ainda neste ano.

*Com informações da Agência Brasil

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