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Quinta-feira, 11 de Janeiro de 2018, 11h:06

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Campo Verde tem surto de conjuntivite

Doença que pode ser causada por vírus ou bactéria deve ser tratada com atendimento médico.


Paulo Pietro
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Paulo Pietro

O município de Campo Verde está enfrentando uma epidemia de conjuntivite, que está lotando o Hospital Municipal Coração de Jesus e as unidades básicas de saúde.

 

A doença que pode ser causada por vírus ou bactéria é de fácil transmissão e não é incomum que existam vários casos no verão.

 

Ela é causada por uma inflamação da conjuntiva e na esclera (parte branca do olho), uma membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular e a parte interna das pálpebras.

 

O médico clinico geral, que está se especializando em oftalmologia, Omar Cézar, que atende no HMCJ, nos explicou em entrevista que “não só Campo Verde, mas também todo o estado esta sofrendo a epidemia de conjuntivite. Ela é uma doença que evolui muito rápido, quando as pessoas percebem já estão com muitos sintomas, ela começa com uma coceira, vermelhidão nos olhos, no outro dia as pálpebras já estão edemaciadas, inchadas, é a evolução da doença.”

 

O médico ainda recomendou que ao aparecerem os sintomas, os pacientes devem procurar uma unidade de saúde, de preferência a unidade de saúde de sua região, ou o hospital mais próximo, pois a conjuntivite deve ser tratada. “Os médicos que atendem nos postos de saúde já estão preparados para realizar o tratamento da doença, ele verifica a inflamação e com base no diagnóstico pode receitar o remédio. O tratamento dura geralmente sete dias, neste período os enfermos devem manter distância de locais onde estejam muitas pessoas, para evitar o risco de transmissão. Quem está com a doença, assim como os que não estão, devem lavar as mãos antes de cumprimentar as pessoas, durante o dia lembrar de lavar as mãos várias vezes com água e sabão, se possível passar um álcool em gel, para evitar a contaminação,” revelou o médico.

 

Outro ponto a ser observado é a automedicação, Omar afirmou que isso não deve ser feito, pois como as pessoas são diferentes, o medicamento que funciona em determinado paciente pode fazer mal a um terceiro, nunca se sabe se o paciente tem alergia ao medicamento receitado e isso pode trazer complicações.  “O tratamento é realizado geralmente com um colírio que também é antibiótico, os paciente usam ele no período determinado de quatro em quatro horas, podendo estender caso a doença não passe,” reiterou o médico.

 

Outra dica importante é evitar os hospitais, pois neles estão pacientes com vários tipos de enfermidades que podem contrair também o vírus, devido ao fato de terem pacientes com casos mais graves, que muitas vezes não são atendidos com a rapidez necessária devido a superlotação causada pela epidemia. Então o melhor a se fazer é procurar realmente a UBS da região e ir ao hospital realmente se não houver outra maneira de receber tratamento.

Paulo Pietro

conjuntivite

 

         

 

      

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