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Quinta-feira, 18 de Fevereiro de 2016, 21h:14

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DR. EDGARD COSENTINO, fundador de Primavera!


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Stephanie Freitas

Edgard Consentino, economista, empresário, produtor rural, nascido em Piracicaba, em 18 de março de 1940, veio a Mato Grosso em meados de 1970 verificar a possibilidade de criar um polo de desenvolvimento agropecuário. Assim, junto a outros importantes empresários do ABC Paulista formou-se uma empresa, a Primavera do Oeste S/A. Essa empresa era composta pelos sócios proprietários : Dr. André Beer, diretor-presidente; Dr. Edgard Cosentino, diretor-superintendente; Dr. Luiz Eulálio Vidigal, senhores James Francis Waters Jr., Mário Cordeiro de Menezes, Pedro Botelho, e Francisco José Themoteo, e, tendo como membro do Conselho Fiscal, o grande empresário Dr. Herminio Ometto. Coube ao Dr. Edgard, a implantação do projeto Sudam do grupo e foi quando ele se estabeleceu definitivamente em Mato Grosso, nesta região em 1971.Mais tarde, em 1978, através de sua empresa, a Construtora e Imobiliária Cosentino Ltda, implantou e construiu o projeto “Cidade Primavera”, hoje Primavera do Leste, que está completando 29 anos de emancipação e progresso.

OS DOCUMENTOS

Com os incentivos fiscais da Sudam e Proterra, houve o início do desenvolvimento da região. A partir de 1970, a expressão “Integração Nacional” toma vulto e empresários de todo o Brasil mobilizam grandes somas de recursos para a abertura e implantação de projetos na Amazônia Legal.

Em 1970, um grupo de empresários residentes no ABC paulista, resolveu se integrar no plano de desenvolvimento dessa região. Assim formou-se uma empresa denominada “Primavera do Oeste S/A”, já mencionada. Nesse ano, Edgard Consentino desceu de avião na Fazenda Luciana, e de lá junto com um funcionário da fazenda, andaram a pé até o ponto do Rio Combuco. Em seguida, o Sr. Paulo Cosentino e José Guilherme, com uma pich-up gentilmente cedida pela empresária cuiabana, a Srª Olga Cândida, chegaram e se estabeleceram às margens do Rio Combuco, junto à ponte velha. Assim iniciaram-se as atividades do grupo referido. Nessa grande empreitada tiveram parcela de colaboração no desenvolvimento dessa região, o Sr. Paulo Cosentino, o engenheiro agrônomo, Paulo Cosentino Filho e o economista José Abílio Silveira Cosentino. Esse grupo, primeiro se estabeleceu na cidade de Poxoréo, até conseguir fixar-se na Fazenda Primavera.

Com o apoio da Escola Superior de Agricultura Luiz Queiroz, de Piracicaba-SP, no campo técnico fazendo análise de solo de toda a região, ficou demonstrada a viabilidade da vocação agrícola da região.

A partir de 1978, após a chegada de várias famílias na região, principalmente vindas do sul do país, o empresário Edgard Consentino começou a pensar em fazer uma cidade no entroncamento da BR-070 com a MT-130. Sabia ele que muitas seriam as dificuldades. Em 1978 o Dr. Itamar diretor da CEMAT, desceu com o avião da empresa juntamente com Edgard Consentino na fazenda do Sr. Wilson Daltrozo, onde juntos marcaram o local para a Usina Hidroelétrica de Primavera. Com o firme propósito de fazer uma cidade, em 09 de maio de 1978, Edgard Consentino enviou uma carta aos poderes Executivo e Legislativo de Poxoréo, onde solicitava a permissão para implantar um NÚCLEO URBANO no entroncamento da BR-070.

Em 30 de maio a Câmara Municipal de Poxoréo enviou carta a Consentino autorizando e aprovando por unanimidade de votos a criação do Núcleo Urbano em 26 de maio de 1978. Em 19 de dezembro de 1978 a Prefeitura Municipal de Poxoréo enviou a Construtora e Imobiliária Consentido um comunicado que a Câmara Municipal, através da resolução 32/78, de 24 de novembro de 1978, isentava de impostos por cinco anos todo o loteamento da “Cidade de Priamvera”. Esse projeto foi aprovado pelo INCRA e recebeu certificado de aprovação do loteamento, com data de 17 de janeiro de 1980. O nome do empreendimento foi escolhido pela professora Lilian Maria Ometto Cosentino, esposa de Edgard Consentino. Assim sendo, no início de 1978, o empreendedor do núcleo urbano colocou uma placa grande no entroncamento da BR-070 com a MT-130, com os dizeres : BEM VINDO AQUI “CIDADE PRIMAVERA”. Essa placa foi muito fotografada pelas pessoas que ali passavam. Após o nome ter sido escolhido, iniciou-se a abertura das ruas, colocação de postes de cimento, cabos de alumínio, enfim, a instalação da rede elétrica com motor gerador SCÂNIA.

Estando tudo pronto, lançou-se oficialmente o empreendimento “Cidade Primavera”, como data marco da fundação do núcleo o dia 26 de setembro de 1979, dois dias após o início da estação do ano, primavera, a mais bela estação do ano.

DO PROJETO

O arquiteto responsável pelo projeto Cidade Primavera é o professor da Universidade Federal de Mato Grosso, o Dr. Antonio Carlos Candia e o responsável técnico foi o engenheiro Francisco Braga dos Santos. A parte administrativa e coordenação do projeto até a sua aprovação final foi feita pelo economista Marcos Martinelli.

DO TELEFONE

Em 1991, quando Primavera se desenvolvia rapidamente, Edgard Consentino pediu o apoio do então deputado federal Dr. Massao Tadano, junto ao Ministério das Telecomunicações.

Como Edgard Consentino tinha sido membro da Diretoria da Companhia Telefônica da Borda do Campo, no ABC Paulista e tendo muito conhecimento na Telebrás, conseguiu-se colocar o Sistema de Discagem Direta à Distância, Nacional e Internacional, em Primavera. O OS com suas instalações foi inaugurado pelo governador Frederico Soares de Campos, na mesma data que a Cidade Primavera era elevada à categoria de distrito.

ENERGIA ELÉTRICA

Como já foi mencionado, a Cidade Primavera já nasceu com luz desde o seu primeiro dia. Essa energia era produzida através de um grupo gerador SCÂNIA, de propriedade da Construtora e Imobiliária Consentino. Para que houvesse um controle de despesas do consumo de óleo diesel, o controle da geração de energia foi entregue a uma comissão de comerciantes e moradores para que democraticamente todos pagassem.

Nessa época, a energia era controlada pela referida comissão e tudo corria bem. Porém, Primavera crescia. Assim em 1981, na data da elevação a distrito, com a presença de autoridades políticas e do governador Frederico Soares de Campos, a Construtora e Imobiliária Consentino, fez a doação de todo o acervo elétrico, gerador, tanques, rede elétrica para CEMAT. A partir daí a CEMAT passou a fornecer energia elétrica à Primavera.

O PRIMEIRO BANCO

Primavera conseguiu seu primeiro banco em 1983. Estando em campanha política para o Senado, o economista Roberto de Oliveira Campos, a pedido de Edgard Consentino e outros moradores, solicitou via telefone do P.S. de Primavera ao banco Central, que fosse aprovado o Banco Itaú. Oito dias após o pedido, o Banco Central enviou telegrama informando da aprovação do Banco. Um dia após, o Banco Itaú S/A também recebeu a confirmação da aprovação da agência bancária para Primavera.

O DISTRITO

A Cidade Primavera era então um núcleo urbano da cidade-mãe Poxoréu. Ela se desenvolvia aceleradamente. Começou então a movimentação para a elevação do núcleo à categoria de distrito. Também nesse período, o empresário colonizador tratou diretamente com o deputado Moisés Feltrim, para que o mesmo fosse apresentador do Projeto de Lei de criação do distrito. Como o governador do Estado de Mato Grosso, na época, Frederico Soares de Campos, já havia liberado a criação do distrito, tudo foi preparado e , com uma grande festa, Cidade Primavera foi elevada à categoria de distrito, em 1981 e nesse mesmo dia, inaugurou-se o sistema telefônico DDD e DDI, e também a CEMAT passou a fornecer energia elétrica.

DR. EDGARD COSENTINO, SINÔNIMO DE EMPREENDEDORISMO

Ele conheceu a região na década de 70, quando adquiriu uma fazenda. Certo dia pensou : “Aqui poderia nascer uma cidade. Aqui não temos problemas de intérpretes. Não sofremos geadas, nem secas prolongadas e o período das chuvas não chega a nos preocupar em demasia, sendo perfeitamente controláveis e, não existem problemas de enchentes”, dizia confiante no futuro, Dr. Edgard. O projeto era ambicioso, transformar o cerrado em cidade. “Deve ser um louco, ou eu sou um burro”, comentou o Sr. Darci, proprietário na época da Procel, empresa que estava colocando os postes no núcleo urbano, no início do empreendimento. Pouco tempo depois o Sr. Darci, vendo o sucesso do empreendimento, concluiu : “É, realmente eu sou mesmo um burro de não acreditar que a coragem e determinação, aliados à terra fértil, não poderiam gerar uma cidade”. Na época perguntaram ao Sr. Edgard Cosentino quais eram seus sentimentos a respeito da futura cidade e ele respondeu: “Pode ser que eu saiba, um dia mais tarde, quando for possível para mim parar um pouco e pensar com mais calma”. E hoje, vendo a cidade completar 29 anos de emancipação políticoadministrativo, seu fundador concede entrevista ao O Diário e responde quais foram as primeiras iniciativas, as dificuldades e quais são seus sentimentos ao ver Primavera do Leste sendo um pólo regional.

O QUE O IMPULSIONOU A VIR CONHECER ESTA REGIÃO?

Eu conhecia o Mato Grosso, principalmente o Coxim, onde meu pai vinha pescar com o Sr. Michel Pedro José. Mas não a nossa região. O que nos motivou a vir explorá-la foi que um nosso amigo, Frederico José Themoteo, havia recebido uma fazenda do poder público na região do Rio das Mortes, e queria examinar a possibilidade de se fazer algum empreendimento em suas terras. Assim sendo viemos sobrevoar a região e localizá-la. Isso aconteceu em meados de 1970.

POR QUE SE ESTABELECEU AQUI?

Após a nossa viagem de reconhecimento fizemos outras por terra. Não existia estrada, e sim caminhos dentro do cerrado. Nessa época usamos como apoio a pista da Fazenda Luciana, de propriedade do Sr. Geraldo, que já estava iniciando suas atividades. Verificamos que seria um lugar de futuro, apesar de muitos não acreditarem.

Dentro da minha formação acadêmica, sou especializado em planejamento de desenvolvimentos regionais integrados. Diante disso, tive e tenho a felicidade de poder ter tido a visão de futuro. Levantei os olhos e enxerguei uma região que futuramente iria se desenvolver.

QUEM VEIO COM O SENHOR NA ÉPOCA?

As primeiras viagens fiz sozinho. Em seguida os primeiros a fincarem pé no empreendimento às margens do rio Combuco, ao lado da Ponta Velha, foram meu pai, o Sr. Paulo Cosentino e o nosso capataz, Sr. José Guilherme. Em seguida vieram meu irmão Paulo Cosentino Filho e meu primo José Abilho Silveira Cosentino.

NAQUELA ÉPOCA, O SR. E SUA ESPOSA VIERAM DIRETAMENTE DE QUE LUGAR DE SÃO PAULO?

Nós viemos do bairro Jardim, de Santo André e nos fixamos em uma casa de sapê à beira do Ribeirão Coy, entre o Rio das Mortes e o Rio Combuco.

O QUE JÁ EXISTIA NA REGIÃO?

Quando da minha visita nessa região, existia em atividade, a fazenda da Volta Grande, que iniciou suas atividades com um projeto SUDAM, em 1968, dos Srs. Hélio Pires de Oliveira Dias, Milton Paes de Almeida e Américo Oswaldo Campiglia, e o diretor Manoel Arcanjo Dama Filho. A fazenda do grupo YOSPHE, a fazenda Santa Adriana, a fazenda Iberê e a fazenda Luciana. Essas foram as fazendas que pudemos constatar in loco, que estavam realmente iniciando suas atividades. No mais a região era totalmente inexplorada.

É VERDADE QUE UMA DAS PRIMEIRAS ESCOLAS DA REGIÃO ESTAVA LOCALIZADA NA FAZENDA PRIMAVERA, PRÓXIMO AO RIO DAS MORTES?

Realmente, na época não havia escola por perto. Assim, criamos uma escola municipal ligada a Poxoréu e a primeira professora a ministrar aulas neste estabelecimento foi a professora Lilian Maria Ometto Cosentino e o meu filho, Edgard Ometto Cosentino, hoje engenheiro agrônomo, cursou seu primeiro ano primário nessa escola.

QUAL FOI A PRIMEIRA PROVIDÊNCIA NO MOMENTOEM QUE RESOLVEU FICAR?

As primeiras providências foram: montar uma casa desapê na beira do Rio Combuco, alargar o caminho e fazer uma mini pista para aviões, estabelecer os nossos escritórios em Poxoréo, como apoio logístico para iniciar o  esbravamento da área que já mencionamos.

QUANDO E COMO SURGIU A IDEIA

DE FUNDAR PRIMAVERA?

Como estava na região há alguns anos estudando os planos de desenvolvimento regionais do governo federal, cheguei à conclusão de se fazer aqui um projeto e implantar uma cidade. Tal é que pode se ver que existe um mapa do Estado de Mato Grosso com o nome “Primavera”, no entroncamento com a BR-070 e o caminho que saía para Paranatinga. O nome foi colocado, a meu pedido, ao grupo de Projeto Radam, que eram nossos hóspedes e estavam sobrevoando a região fazendo levantamentos aerofotográficos. Acreditava nessa época que um empreendimento “urbano” na região teria grandes possibilidades de êxito. Assim levei a ideia em frente e investi no projeto “Cidade Primavera”.

COMO VIABILIZOU O PROJETO?

Preparamos um anteprojeto, enviamos uma carta à Prefeitura de Poxoréu, em 09 de maio de 1978 e recebemos resposta positiva através da carta que a Prefeitura nos enviou em 26 de maio de 1978, e também na data de 30 de maio, a Câmara Municipal de Poxoréu também enviou-nos carta aprovando a  mplantação do Núcleo Urbano “Cidade Primavera”.

QUAIS FORAM AS DIFICULDADES

QUE ENFRENTOU?

Muitas foram as dificuldades. A primeira foi a de receber a autorização da Prefeitura e Câmara de Poxoréo, que logo conseguimos. Daí iniciou-se a mais difícil das etapas: a aprovação pelo INCRA. “Instituto de Reforma Agrária” do projeto. Essa aprovação foi difícil e demorada, pois somente recebemos o Certificado de Aprovação, em janeiro de 1980. Mas, como tínhamos certeza do que estávamos fazendo, lançamos oficialmente a “Cidade Primavera”, em 26 de setembro de 1979, o marco da fundação Núcleo Urbano. Outra dificuldade era a descrença das pessoas. Elas passavam, viam a placa e diziam “esse homem é louco, imagina fazer uma cidade nesse cerrado, local distante de tudo”, porém acreditei na ideia e dei continuidade ao projeto e hoje estamos fazendo 29 anos de emancipação política, com grande desenvolvimento.

O SENHOR ALGUMA VEZ PENSOU EM DESISTIR DO PROJETO?

Nunca pensei nisso, até porque nunca fiz nada pela metade. Eu tinha plena confiança naquilo que estava fazendo. E como sempre digo, ninguém faz nada sozinho. O pessoal que veio para Primavera veio para ficar. Enxergaram em nossos investimentos honestidade e seriedade.

RECEBEU AJUDA GOVERNAMENTAL OU MUNICIPAL?

Recebemos ajuda somente na parte burocrática, mas nada no campo financeiro. Fizemos investimentos com recursos próprios até que o Núcleo foi elevado a município.

É FATO QUE O SR. FEZ MUITAS DOAÇÕES NO INÍCIO DE PRIMAVERA DO LESTE. POR QUÊ?

Fizemos doações, até em forma de sorteios para atrair e despertar nas pessoas o desejo de vir morar em Primavera. Isto porque no início ninguém acreditava no sucesso da criação de uma cidade neste cerrado. Vimos nessa medida uma forma de fixar as pessoas no núcleo.

POR QUE O SR. FEZ UMA DOAÇÃO DE 11 HECTARES PARA A CASEMAT?

Havia um despertar da produção agrícola na região e eu vinha batalhando junto ao governo para que se construísse armazéns para abrigar as primeiras safras. Assim, fizemos as doações, eu e minha esposa, D. Lilian Maria Ometto Cosentino, através de um telex no escritório do Mato Grosso na capital de São Paulo. A partir daí o governo do Estado construiu a Unidade Armazenadora da Casemat em Primavera.

O SENHOR JÁ PENSOU EM SE CANDIDATAR A ALGUM CARGO POLÍTICO?

Não quis me envolver com política porque acredito que consigo ajudar as pessoas muito mais estando fora dela.

QUAIS SÃO SEUS SENTIMENTOS EM RELAÇÃO A PRIMAVERA DO LESTE?

Bem, são os melhores possíveis. Dá uma satisfação em ver que a semente que plantamos produziu muitos bons frutos, e criou oportunidades para milhares de brasileiros fazerem e refazerem suas vidas. Isso é o que conta e nos deixa muito alegres de saber que o nosso projeto “Cidade Primavera” foi, e, e será sempre, um grande sucesso.

O QUE O SENHOR IMAGINA PARA PRIMAVERA NOS PRÓXIMOS 29 ANOS?

Acredito que vai estar melhor do que outras regiões, porque trabalhamos com um produto que as pessoas não ficam sem, com a agricultura. Vejo nossa região como uma localidade privilegiada, principalmente pelo clima que é excelente para a agricultura. O que precisa ser feito com certa urgência é estabelecer o aeroporto para aviões de carreira. Já estamos trabalhando para isso. É preciso também trazer mais indústrias para aproveitar nossa produção.

Assim, acho que Primavera que já surpreendeu várias vezes pelo desenvolvimento, nos próximos 30 anos será uma cidade pujante, com infraestrutura econômica/financeira das melhores. Será sem dúvida nenhuma, uma cidade de grande progresso no Estado e no país.

O SENHOR PRETENDE CONTINUAR INVESTINDO EM PRIMAVERA?

Os novos empreendimentos das nossas empresas vão depender da burocracia municipal e estadual, mas a ideia é fazer outros empreendimentos que possam agregar valor de emprego como por exemplo construção de prédios, casas e tantas outras obras. Pretendemos continuar sim investindo na cidade.

Os meus quatro filhos, Edgar, Marcelo, Eduardo e Daniela Ometto Cosentino possuem curso superior e trabalham nas empresas da família. Estamos aqui há 45 anos, e foi onde investimos toda a nossa renda. Recentemente doamos uma área de lazer atrás do condomínio Porto Seguro, para que o povo possa utilizar. Entre os nossos empreendimentos estão o Primavera I, Primavera II, Primavera III, Condomínio Cidade Jardim e Condomínio Porto Seguro.

MENSAGEM AOS PRIMAVERENSES:

 

“Aos jovens, empresários, produtores, que sigam o exemplo de persistência, procurem sempre progredir com seus próprios esforços. Por exemplo, eu tive uma ideia de construir uma cidade. Essa ideia virou sonho e esse sonho eu transformei em realidade. Por isso digo a todos, sonhe alto, porque você é do tamanho dos seus sonhos”.

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